Síntese do “Prólogo”, referente a “A mais bela História do Homem”, de pag. 7 a 13. De autoria Dominique Simionnet.
O Homem distinguiu-se entre outros seres habitantes da Terra. Para sobreviver, criou formas, inventou ferramentas e desenvolveu capacidades intelectuais. Assim, o Homem foi visto como colonizador, procriando e estendendo-se pelo planeta Terra.O estudo cientifico, referente ao comportamento do Homem, não alterou muito, pois, o Homem demonstrou pouca alteração em relação á sua inteligência desde os primórdios.A pergunta que nós, Homens fazemos, desde sempre, é:
Quem Somos?De onde vimos?
A realidade, é que evoluímos em todos os sentidos. Melhoramos técnicas de defesa, e somos sobreviventes da Historias de Idade Média, seria o fim das trevas.
O homem é sujeito a estudo.O Iluminismos é um facto.
Nunca foi tão necessário ao Homem, saber reconstituir todo o seu Historial, como nos finais do Sec. XVIII, a Antropologia esteve presente.A revolução cientifica procura respostas dando origem a novas profissões, tais como:
- Biólogos, físicos, etnologos, neuropsicologos, zoologos, artistas.
A comédia humana, divide-se em três actos:
- a do território,- a do imaginário,- a do poder.
Os investigadores não param , e trabalham sem cessar, estudando assim o percurso, dos mesmo actos.
Então, o 1º acto, o território é analizado e avaliado, em todo o seu contexto. Tudo é estudado ao pormenor desde, as diferenças de cor de pele, caracóis, formigas, genes, os dialectos, etc.
No 2º acto, o Imaginário, era um facto. O espirito, a elevação, crenças, visões, sagrado, religião, tudo tinha e ainda na nossa actualidade é necessário respostas para compreender-mos o nosso Imaginário.
O 3º acto, é marcante para todo o Homem existente no mundo.
A Revolução Industrial, marca uma nova esperança. A sobrevivência do indivíduo.Com a propagação do Homem, não tínhamos respostas para alimentar todos os seres ao cimo da Terra.Então a Revolução Industrial, reduziu, assim, a fome, doênças, mortes, etc.
Um novo acto começou, podemos falar num 4º acto.
A “artificialização”, está presente.
A Revolução Tecnológica é um facto.
“Os saberes adquiridos” e os que iremos adquirir, fazem do nosso Sec. uma Nova Era.Ainda somos “primatas”, e podemos dizer que “ainda nos encontramos na pré-história”.
Existirá o “perigo”, de ciência nos transformar num vazio existencial e passar-mos a ser Homem Robot?
Quem Somos?De onde vimos?
A realidade, é que evoluímos em todos os sentidos. Melhoramos técnicas de defesa, e somos sobreviventes da Historias de Idade Média, seria o fim das trevas.
O homem é sujeito a estudo.O Iluminismos é um facto.
Nunca foi tão necessário ao Homem, saber reconstituir todo o seu Historial, como nos finais do Sec. XVIII, a Antropologia esteve presente.A revolução cientifica procura respostas dando origem a novas profissões, tais como:
- Biólogos, físicos, etnologos, neuropsicologos, zoologos, artistas.
A comédia humana, divide-se em três actos:
- a do território,- a do imaginário,- a do poder.
Os investigadores não param , e trabalham sem cessar, estudando assim o percurso, dos mesmo actos.
Então, o 1º acto, o território é analizado e avaliado, em todo o seu contexto. Tudo é estudado ao pormenor desde, as diferenças de cor de pele, caracóis, formigas, genes, os dialectos, etc.
No 2º acto, o Imaginário, era um facto. O espirito, a elevação, crenças, visões, sagrado, religião, tudo tinha e ainda na nossa actualidade é necessário respostas para compreender-mos o nosso Imaginário.
O 3º acto, é marcante para todo o Homem existente no mundo.
A Revolução Industrial, marca uma nova esperança. A sobrevivência do indivíduo.Com a propagação do Homem, não tínhamos respostas para alimentar todos os seres ao cimo da Terra.Então a Revolução Industrial, reduziu, assim, a fome, doênças, mortes, etc.
Um novo acto começou, podemos falar num 4º acto.
A “artificialização”, está presente.
A Revolução Tecnológica é um facto.
“Os saberes adquiridos” e os que iremos adquirir, fazem do nosso Sec. uma Nova Era.Ainda somos “primatas”, e podemos dizer que “ainda nos encontramos na pré-história”.
Existirá o “perigo”, de ciência nos transformar num vazio existencial e passar-mos a ser Homem Robot?
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