“Penso, logo existo”
( René Descartes ,1596-1650 )
António Damásio, neurologista português sugeriu no seu livro “O Erro de Decartes” que a “Emoção, Razão e Cérebro humano não se podem separar no nosso cérebro, (pois esse foi o erro de Decartes), mas uma é importante para a outra na construção de uma personalidade de corpo e mente sã.
Todas as emoções, são em essência impulsos, legados pela evolução, para uma acção imediata, o que indica que em qualquer emoção está implícito um agir imediato; esta relação entre acção e emoção torna-se bem clara quando observamos os animais ou crianças, e constatamos que só em adultos “civilizados” é que detectamos a grande anomalia no reino animal: as emoções. No nosso repertório emocional, cada emoção desempenha uma função específica, pois têm descoberto detalhes fisiológicos que permitem verificar como diferentes tipos de emoção preparam o nosso corpo para diferentes tipos de respostas.
- Na raiva, o sangue flui para as mãos, os batimentos cardíacos aceleram e os hormônios e a adrenalina geram pulsações vigorosas.
- No medo, o sangue corre para os músculos do esqueleto, como o das pernas, facilitando a possível fuga…
- Na felicidade existe uma das causas principais de alteração biológica.
- No amor o sentimento de afeição e satisfação sexual implicam estimulação do nosso sistema parassimpáticos, sendo um conjunto de reacções que percorre todo o corpo, provocando um estado de calma e satisfação.
- Na tristeza a sua função é propiciar um ajustamento a uma grade perda, como a morte de alguém ou uma perda
( René Descartes ,1596-1650 )
António Damásio, neurologista português sugeriu no seu livro “O Erro de Decartes” que a “Emoção, Razão e Cérebro humano não se podem separar no nosso cérebro, (pois esse foi o erro de Decartes), mas uma é importante para a outra na construção de uma personalidade de corpo e mente sã.
Todas as emoções, são em essência impulsos, legados pela evolução, para uma acção imediata, o que indica que em qualquer emoção está implícito um agir imediato; esta relação entre acção e emoção torna-se bem clara quando observamos os animais ou crianças, e constatamos que só em adultos “civilizados” é que detectamos a grande anomalia no reino animal: as emoções. No nosso repertório emocional, cada emoção desempenha uma função específica, pois têm descoberto detalhes fisiológicos que permitem verificar como diferentes tipos de emoção preparam o nosso corpo para diferentes tipos de respostas.
- Na raiva, o sangue flui para as mãos, os batimentos cardíacos aceleram e os hormônios e a adrenalina geram pulsações vigorosas.
- No medo, o sangue corre para os músculos do esqueleto, como o das pernas, facilitando a possível fuga…
- Na felicidade existe uma das causas principais de alteração biológica.
- No amor o sentimento de afeição e satisfação sexual implicam estimulação do nosso sistema parassimpáticos, sendo um conjunto de reacções que percorre todo o corpo, provocando um estado de calma e satisfação.
- Na tristeza a sua função é propiciar um ajustamento a uma grade perda, como a morte de alguém ou uma perda
- O desprezo, é uma emoção particularmente destrutiva, vem quase sempre com ira a expressão facial de desprezo, é a contracção do músculo que repuxa os cantos da boca para o lado ( quase sempre o esquerdo) enquanto os olhos se reviram para cima.
- A Ansiedade geralmente é um problema causado pelas pressões da vida, é talvez a emoção com maior relação ligada ao começo de uma doença. Na vida moderna, a ansiedade é, na maioria das vezes, fora de propósito e dirigida ao alvo errado.
- A depressão inclui sintomas de perda de apetite, letargia e pode complicar recuperações de fracturas ósseas e recuperações de outras doenças. Por isso tanto a raiva, como a ansiedade e a depressão podem desencadear outro tipo de doenças depressão caracteriza-se por baixa actividade neurónica como por exemplo serotonina, por isso a ansiedade é um estado emocional no qual os neurónios têm as suas actividades exageradas.
- O optimismo é uma qualidade fundamental para amenizar tensões, ajuda ao aconselhamento, consola e protege-nos contra o impacto e traumas da vida.
Actualmente, jornais, revistas e Tvs, têm divulgado notícias sobre uma nova mentalidade emocional a chamada: Inteligência Emocional, que segundo Daniel Goleman o controlo das emoções é um factor indispensável no desenvolvimento da inteligência do indivíduo. Esta tese de Goleman vem pôr em causa certas visões que dominavam o conhecimento humano. Partindo de casos do dia a dia mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções, pode destruir vidas ou até carreiras e ao mesmo tempo explica de que modo se pode actuar directamente sobre a inteligência emocional para que os problemas sejam evitados. Tudo isto é fruto da cultura actual que só apostou na inteligência, banindo ao esquecimento o lado emocional do indivíduo.
De repente parece fazer sentido que se reconheçam nos homens outras “inteligências” além de raciocinarmos com lógica e emoção.Com o livro “Inteligência Emocional” de Goleman, psicólogo e jornalista norte-americano, onde reúne vários trabalhos científicos sobre este assunto, demonstra como a nossa realização profissional ou pessoal são determinadas em grande parte pela maneira como desenvolvemos a chamada Inteligência Emocional, isto é, um conjunto da capacidades humanas como:
- automotivar-se e persistir frente a frustrações.
- controlar impulsos.
- manter o humor.
- não perder a capacidade de reflexão, mesmo em situações de ansiedade.
- ser optimista e manter a esperança.
Goleman chega mesmo a afirmar que 80% do sucesso do indivíduo é determinado pelo Quociente Emocional e 20% pelo que chamamos quociente de Inteligência. A importância da emoção para o desenvolvimento não é nova, existem muitas correntes de psicologia que têm reconhecido e valorizado este aspecto emocional.
- controlar impulsos.
- manter o humor.
- não perder a capacidade de reflexão, mesmo em situações de ansiedade.
- ser optimista e manter a esperança.
Goleman chega mesmo a afirmar que 80% do sucesso do indivíduo é determinado pelo Quociente Emocional e 20% pelo que chamamos quociente de Inteligência. A importância da emoção para o desenvolvimento não é nova, existem muitas correntes de psicologia que têm reconhecido e valorizado este aspecto emocional.
Os cientistas já há décadas que vêm descobrindo para nosso bem na forma de medicamentos, a relação entre os neurotransmissores, condução nervosa, sentimentos e emoções. Os dois últimos seriam produzidos no cérebro devido a estímulos internos e externos com o objectivo da continuação da espécie conforme a teoria da Evolução de Darwin. Não seríamos famílias, nem sociedade se não possuímos uma variedade de sentimentos. Como exemplo temos o amor e o afecto, a própria dedicação dos pais com os filhos, mostra de maneira clara esse elo de ligação.
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